sábado, 7 de junho de 2014

Familia

Aconchego. Acalento. Tranquilidade. Paz. Sossego. Equilíbrio. Força. Sinceridade. Leveza. Emoção. Desentendimentos. Compreensão. Percepção. Aceitação. Admiração.amadurecimento. Troca. Cumplicidade. E tantas coisas mais . E que um dia eu tenha a dádiva de poder construir a minha própria família.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Rompantes fazem parte!

Digo o que penso. Muito mais o que sinto. Neste momento sinto nada. Inércia. Vislumbre do que poderia ser e não foi. Sonhos tortos. Desconexos. De repente chuva de granizo. Intempéries da vida. Caso fortuito que seguro nenhum admitiria cobertura. Imprevisibilidades. Descompasso. Sorte ou azar? Conformismo. A esperança reside em mim por saber o valor de tudo o que se viveu. Vamos lá. Again. Força. Finalmente a ficha caiu. Vida que segue.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Ideal + Ação

Como é difícil se tornar o que se almeja. Mesmo após anos e anos de vida. Anos e anos de aprendizado. Na hora H a atitude em pouco se distingue do que não se quer. E mais uma vez sente-se vontade de bater a cabeça contra a parede e chorar. Burrice, insanidade? Cada vez mais convenço-me que não. Trata-se de algo muito mais complexo: personalidade infinitamentente aquática, sensível, delicada, subjetiva. Eis quem sou. Desisti de lutar contra a minha índole. Doa o que doer. Uma hora um ser pensante perceberá que tudo o que tenho a dar é muito mais positivo, contrariando o que possa momentaneamente aparentar. Ou sabe-se lá. Tenho certeza da minha intenção por construir um amor lindo e saudável. Talvez ainda precise aprender, ou mesmo ensinar. Sem duvida o verdadeiro amor é baseado em trocas construtivas.

E cada vez mais curto voltar a escrever aqui. Novos tempos. Mais maturidade. Outros desejos. Um novo amor.

Vida que segue à procura de um encontro de alma.

E que eu e a esperança nunca desistamos uma da outra.



quarta-feira, 28 de maio de 2014

O momento certo de desistir

Persistência é, sem duvida, uma das minhas marcas mais caracteristicas. A utilizo em tudo o que de fato quero realizar / alcançar. Mas venho sentindo que, ao contrario do que sempre vinha achando, ela não é sempre uma boa caracteristica. Há situações em que a persistência nos faz insistir em algo que não faz sentido ou mesmo que não vale a pena. Sob o aspecto amoroso, desde sempre tenho por hábito lutar até o fim por relações que acreditei. Tanta persistencia já me fez chorar muito. Muitas vezes até alcancei meu objetivo, mas nenhuma das relações nascidas de tanta insistencia deixaram em mim boas lembranças. As grandes relações da minha vida nasceram naturalmente, sem que houvesse grandes expectativas. Dito isso, em meio a uma típica situação onde me predisporia de peito aberto a lutar por um amor (impossivel?!), declaro colocar a viola no saco, jogar a toalha e seguir em frente na busca do meu grande companheiro de vida. Há palavras que não precisam ser ditas. Ficam nas entrelinhas. C'est la vie. Uma hora hei de ser abençoada com um grande encontro. A esperança ainda mora em mim.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

O que resiste, persiste!

Tudo foi feito. Certeza do sim. Eis que surge a necessidade de desapego; aquela que no início dói, depois flui como não se sente. O tempo passa, o vento vem, a criatividade se renova. A vida se reinventa. E o passado vai, deixando memórias, fatos e fotos como relíquias. Mesmo em tempos de tecnologia, o que fica marcado, não é possível deletar; portanto, largo, entrego e deixo ir o que não se quer próximo. O tempo certamente se encarregará do acaso, se ele houver de existir. Certeza.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Grande intronspecção

"De mil experiências que fazemos, no máximo conseguimos traduzir uma em palavras, e mesmo assim de forma fortuita e sem merecido cuidado. Entre todas as experiências mudas, permanecem ocultas aquelas que, imperceptivelmente, dão às nossas vidas as suas formas, o seu colorido e a sua melodia. Quando depois, tal qual arqueólogos da alma, nós nos voltamos para esses tesouros, descobrimos quão desconcertantes eles são.".... E daí, percebemos tantos e tantos dos nossos próprios mistérios.

Eu só tenho a agradecer por estar começando a perceber os meus.

JGD!!!